O que devemos esperar para 2017?
- 18 de jan. de 2017
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Se pensarmos que os empresários enfrentaram em 2016 uma queda brusca nos negócios com redução de vendas, diminuição do quadro de colaboradores, taxa de juros e de câmbio, dívida pública, entre tantos outros fatores da economia e da política, até que as exportações e importações se sustentaram. De certa forma o volume do comércio exterior se manteve e, bem ou mal, os negócios internacionais até que andaram. Fora esse lado da economia e da política, mais uma vez empresários enfrentaram velhos desafios. Uma infraestrutura portuária e nos aeroportos deficiente, morosa e tantos outros adjetivos que se elegeriam para serem citados agora. Há sempre um desafio proposto às empresas que atuam no comércio exterior, o de se superar a cada ano em busca da competitividade e do desenvolvimento dos negócios com os parceiros no exterior. Soma-se a tudo isso a falta de um sólido alicerce que permita o desenvolvimento do nosso comércio exterior e de uma cultura exportadora forte. Falar que em 2017 espero que esses problemas se resolvam é chover no molhado ou como enxugar gelo. Não tenho dúvidas que em 2017 ainda seremos desafiados a superar isso tudo em busca de um maior resultado nas operações de comércio exterior. Mas espero e acredito que 2017 possa ser um ano de vida nova realmente, um ano do início da lição de casa que deve ser feita com a maior brevidade possível.
Que em 2017 o Brasil consiga direcionar seus objetivos nessa área a parceiros como China e outros mercados emergentes, fortalecendo as relações comerciais, que saiba plantar agora para colher bons frutos no futuro e que o planejamento apresentando para evoluir nas empresas uma cultura e mentalidade exportadora possam render os objetivos traçados. Que venha o ano novo. Que venha 2017. Que venha a retomada das relações de comércio exterior.
Marco Silva
Diretor - Grupo Comex Online




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